{"id":128,"date":"2023-02-28T14:24:49","date_gmt":"2023-02-28T17:24:49","guid":{"rendered":"https:\/\/expoteca.eci.ufmg.br\/confluencias\/?page_id=128"},"modified":"2023-04-25T09:56:00","modified_gmt":"2023-04-25T12:56:00","slug":"homem-do-teatro","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/expoteca.eci.ufmg.br\/confluencias\/homem-do-teatro\/","title":{"rendered":"Homem do Teatro"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"128\" class=\"elementor elementor-128\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-4e6e7bc elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-column-slider-no wpr-equal-height-no\" data-id=\"4e6e7bc\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-2d204b1\" data-id=\"2d204b1\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a86acf5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a86acf5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">HOMEM DO TEATRO<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d3d8ad3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d3d8ad3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p class=\"font_8 wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\">Dramaturgo, diretor, escritor, ator, iluminador, cen\u00f3grafo e produtor cultural, Jo\u00e3o Pereira das Neves Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 31 de janeiro de 1934. Desde jovem Jo\u00e3o das Neves se mostrava interessado pelo teatro. Seu primeiro contato foi no col\u00e9gio Mallet Soares. Ainda no ensino m\u00e9dio, na d\u00e9cada de 50, descobriu-se amante da arte, da cultura popular e se formou como ator profissional e diretor pela Funda\u00e7\u00e3o Brasileira de Teatro.<\/span><\/p><p class=\"font_8 wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\">Em 1960 fundou o grupo Os Duendes, assumindo a dire\u00e7\u00e3o do Teatro Arthur Azevedo, na periferia carioca de Campo Grande. Ap\u00f3s serem acusados de fazer propaganda subversiva o grupo se desfez e Jo\u00e3o das Neves vinculou-se ao Centro Popular de Cultura (CPC), onde se torna respons\u00e1vel\u00a0 pela sess\u00e3o\u00a0 de\u00a0 Teatro de Rua. Com o golpe militar de 1964 o CPC \u00e9 colocado na ilegalidade, fazendo com que seus integrantes se articulassem em um novo projeto. \u00c9 dessa articula\u00e7\u00e3o que nasce o Grupo Opini\u00e3o, o primeiro coletivo de artistas a engajar-se na luta contra a ditadura civil-militar brasileira. No grupo, Jo\u00e3o das Neves exerce diversas fun\u00e7\u00f5es, mas destaca-se principalmente na dire\u00e7\u00e3o de importantes pe\u00e7as, como O \u00daltimo Carro escrita em 1966 por\u00e9m, encenada somente em 1976, e Mural Mulher, de 1979. No Acre foi um dos fundadores do grupo Poronga em 1980 e dirigiu a pe\u00e7a Tributo a Chico Mendes em 1988. Ao se mudar para Belo Horizonte, em 1990, inicia seus trabalhos com adapta\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a Primeiras Est\u00f3rias.<\/span><\/p><p class=\"font_8 wixui-rich-text__text\"><span class=\"wixui-rich-text__text\">Jo\u00e3o contribuiu para a hist\u00f3ria do teatro brasileiro atuando em movimentos pol\u00edticos e art\u00edsticos abordando tem\u00e1ticas LGBTQI+, negritude, na\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e feminismo, contribuindo para ricos debates sobre quest\u00f5es sociopol\u00edticas e econ\u00f4micas, constituindo e fortalecendo outros eixos e centros de produ\u00e7\u00e3o cultural no pa\u00ed<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\/*! elementor &#8211; v3.11.2 &#8211; 22-02-2023 *\/ .elementor-heading-title{padding:0;margin:0;line-height:1}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title[class*=elementor-size-]&gt;a{color:inherit;font-size:inherit;line-height:inherit}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-small{font-size:15px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-medium{font-size:19px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-large{font-size:29px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xl{font-size:39px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-xxl{font-size:59px} HOMEM DO TEATRO Dramaturgo, diretor, escritor, ator, iluminador, cen\u00f3grafo e produtor cultural, Jo\u00e3o Pereira das Neves Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 31 de janeiro de 1934. 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